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Gênesis+ e Iluminuras Noturnas

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  Por Enrico Alchimim  O espectador do Festival Ecrã não é somente o espectador da sala de cinema. Ao caminhar pelos corredores da Cinemateca do MAM, era sempre recebido por vídeo-instalações em loop que antecediam minha chegada à sala. Interagir com tais obras significava ser contaminado de alguma inquietude, alguma semente de pensamento, antes de chegar à sessão do filme programado. O dia de encerramento do Festival produziu uma bela coincidência (ou intenção programada pelos curadores) entre dois trabalhos: Gênesis+ de Augusto Calçada, e Iluminuras Noturnas , de Cristiana Miranda.  Gênesis+ é uma obra interativa posicionada na primeira dobra que se faz a caminho da sala de cinema. Está ali um aparato composto por um microscópio e duas telas, uma principal e outra secundária. A lente examinadora do microscópio lê a tela secundária, em que se vê apenas um círculo pelo qual passam imagens indecifráveis, fragmentárias e de cores muito fortes. Logo acima das lentes...

Tantas vozes no silêncio do agora

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  Por Pablo Gamba  Tantas vozes no silêncio do agora (Brasil, 2018), de Cristiana Miranda, es uno de los cortometrajes que integra el programa Sinais Latinoamérica de la (S8) Muestra de Cine Periférico de La Coruña. Sobre otras películas reunidas allí hemos escrito antes: Ofrenda (México, 2023), de Azucena Losana, y Ñores (sin señalar) (México, 2016), de Annalisa D. Quagliata.  El film de la brasileña Miranda, que es programadora e investigadora, además de cineasta experimental, forma parte de una serie de tres cortometrajes titulada A risa salgada das rochas (La risa salada de las rocas). Comienza con Sobre aquilo que nos diz respeito (Sobre lo que nos preocupa) (Brasil, 2016) y termina con A hidra do Iguaçu (Brasil, 2020).  Las tres son películas que parten de las huellas del pasado colonial, y esclavista en particular, que pueden hallarse en recorridos por una Río de Janeiro cuyo pasado fue casi literalmente enterrado, pero inesperadamente redescubierto con ...